Ofereço esse quase soneto a meus queridos amigos da Salgado Filho.
Saibam que carrego cada um de voces dentro de meu coraçao pequeno.
Por tantos anos cá vivi. Labutei qual formiga no outono, Perdi horas de meu sono Que me permitiram hoje estar aqui. Deixo-te com tristeza, Mãe de meu progresso. Mas para almejar o sucesso Devo cegar-me de tua beleza. Serei filho sem mãe em terras distantes E pensarei nas conquistas do passado Em que compartilhei tuas glórias flamejantes. Mas lembrarei quando estiver d’outro lado, Em meus olhos cristais lacrimejantes, Lembrarei dos meus tempos na Salgado.
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Fábio Codonho |
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Publicado em 26/03/2010 às 00h12