Inominável Para preencher os espaços vazios do teu ser Na insustentável beleza do olhar em que te revelas É preciso tornar-se quase tão real quanto esse Sentimento que há muito não esperas. É preciso viver a intensidade do que negas Na certeza quase obscura De que são teus olhos Verdadeiros berços da ternura. Pois em tudo que és Existe algo tão belo, tão sublime Que talvez, Jamais palavra alguma possa expressar!
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Fábio Codonho |
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Publicado em 12/10/2009 às 23h52